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MPT: Audiência com rodoviários de Manaus termina sem acordo

23 de abril de 2014

Sindicato da categoria ameaça praticar catraca livre nesta quarta-feira (23)

Manaus – Terminou sem acordo a audiência entre o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM) e o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Manaus (Sinetram). Os representantes dos rodoviários recusou a proposta de aumento de 6% no salário, cesta básica e vales lanche e refeição feita pelos empresários. O encontro, realizado nesta terça-feira (22), foi mediado pelo Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT-AM). Os sindicatos já haviam se reunido com o MPT no dia 8 e 15 de abril.

A procuradora-chefe do MPT-AM, Alzira Costa, que mediou a audiência, destacou que as diversas tentativas de conciliação entre as partes foram infrutíferas e que, desta forma, o MPT encerra o seu papel de mediador. “Não foi possível chegar a um acordo principalmente porque os rodoviários se recusam a negociar sem que haja o abono do dia 7 de abril passado, quando ocorreu a paralisação total do sistema de transporte urbano na cidade”, explicou.

A categoria paralisou as atividades nos dias 7 e 10 de abril e ameaça praticar catraca livre a partir das 4h desta quarta-feira (23). Os trabalhadores entraram em greve devido a Convenção Coletiva 2014/2015. De acordo com o STTRM, eles reivindicam aumento salarial de pelo menos 7%, dissídio coletivo, fundo de garantia, além de participação de lucros e resultados e taxa de insalubridade.

Impasse – Segundo o presidente do Sinetram, Algacir Gurgacz, o aumento de 6% foi definido em conjunto com a Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) e a Prefeitura Municipal de Manaus, que chegaram a esse limite sem que haja o reajuste de tarifa do transporte. “Isso tem um ganho real de 0,5% dos funcionários. Se fosse pra dar só um aumento de acordo com a inflação seria de 5,61%. Esse estudo estamos fazendo há um ano”, acrescentou.

O presidente do STTRM, Givancir de Oliveira, quer mais garantias. “É vergonhosa e incabível uma proposta de 6% tendo em vista o faturamento bilionário do Sinetram e dos incentivos milionários que recebem da prefeitura de Manaus. Estamos abertos para negociar até a 00h de hoje, basta à prefeitura melhorar a proposta”.

Fonte: www.pgt.mpt.gov.br

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