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MPT: Suspensa parcialmente a interdição do frigorífico BRF de Lajeado

2 de maio de 2014

Redução do ritmo de trabalho determinou a liberação de atividades em setores como o de paletização de aves e de suínos

Porto Alegre – Foi parcialmente suspensa à interdição da unidade do frigorífico BRF em Lajeado (RS). A medida ocorreu devido à redução do ritmo de trabalho no local. Força-tarefa realizada pelo Ministério Público Trabalho (MPT) e pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) paralisou algumas atividades e maquinários da empresa por apresentarem grave e iminente risco à saúde e à integridade física dos trabalhadores. A fiscalização ocorreu de 23 a 25 de abril.

Houve a suspensão parcial da interdição da movimentação manual de cargas dos setores de paletização de aves e de suíno, do setor de embalagem e paletização de carne mecanicamente separada (CMS) e da embalagem de frango com a utilização de funis. "As modificações deverão inspirar a melhoria de todo o processo da BRF. Daqui pra frente, o frigorífico deve adotar o método Ocra e o Nioshy by Ocra, únicos reconhecidos na Europa para análise ergonômica do trabalho repetitivo de membros superiores e para o transporte manual de cargas, aprovados pela norma ISO 11.228", destacou o procurador do Trabalho Ricardo Garcia, à frente do caso.

Permanecem paralisadas máquinas do Setor de Sala de Cortes Suíno e a máquina de guincho de coluna, utilizada para carregar peças do piso inferior ao piso superior na Sala de Máquinas. A suspensão destas interdições está condicionada à adoção de outras medidas de saúde e segurança do trabalho até outubro deste ano, conforme proposta de concessão de prazo apresentada pela BRF.

Ritmo de trabalho – A unidade deverá se ater a uma produção diária de frango griller não superior a 207 mil por turno de trabalho, mantendo o número de 30 cubas em atividade, mas com dois trabalhadores por funil.

Projeto – A fiscalização na BRF representa a terceira força-tarefa do projeto Meio Ambiente de Trabalho em Frigoríficos Avícolas em 2014. No Estado do Rio Grande do Sul, o projeto é coordenado pelo do Trabalho Ricardo Garcia, lotado em Caxias do Sul. As outras duas inspeções foram realizadas em janeiro e fevereiro, na Minuano de Alimentos, em Passo Fundo (RS), e na JBS, em Montenegro (RS). As empresas também tiveram setores interditados. As forças-tarefas seguirão roteiro de atuações mensais até o final do ano.

Fonte: www.pgt.mpt.gov.br

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